A operação de TI em um lugar só
A operação de TI
em um lugar só
Chamados, inventário, endpoints e automações — na sua infraestrutura, com os dados no seu banco.

- Service Desk
- Ativos e Inventário
- Manutenção de endpoints
- Mensageria
- Scala e chatbots
- Auditoria
- Automações
- Backups
- Arquivos
- Permissões e papéis
Como funciona
Você hospeda
Contêiner da aplicação sem estado, PostgreSQL para os dados e um armazenamento compatível com S3 para anexos e evidências. Nada mais é obrigatório.
Multi-cliente por requisito
Escopo por setor atravessa o produto inteiro: quem atende a fila de um setor não vê a de outro, e isso é imposto no servidor, não escondido na interface.
Configuração por ambiente
Um arquivo de variáveis define banco, armazenamento, diretório, fuso e integrações. Placeholders
do tipo change-me são tratados como ausentes — o produto falha fechado em vez de subir
com segredo conhecido.
Sem rastreamento
Nenhuma telemetria de uso, nenhuma verificação de licença, nenhum script de terceiro. As únicas saídas de rede são as que você configura.
A fila, o SLA e a conversa na mesma tela
Fila, quadro e tabela sobre o mesmo trabalho: fila para atender em ordem, quadro para ver o estado por coluna, tabela para operar em volume. O detalhe do chamado traz o formulário do catálogo que o originou, a conversa com o requerente e o SLA correndo — sem trocar de tela para saber se vai vencer.
- SLA com expediente real: dias, horário, feriados e fuso; pausa em pendente, se você quiser
- Catálogo de serviços que produz chamado já classificado, em vez de texto livre para triar
- Portal onde o requerente abre e acompanha os próprios chamados, liberado a todo colaborador
- Responder e resolver na mesma ação, quando o atendimento acabou ali

A frota inteira, e o terminal a um clique
Um agente nativo em cada máquina Windows reporta CPU, memória, disco, temperatura, rede, programas instalados e atualizações pendentes. O agente só disca para fora: nada escuta porta na estação, e não é preciso rota da rede da empresa até o endereço do usuário.
- Instalar e remover software, executar limpeza e scripts na frota
- Acesso remoto, terminal, console SSH e explorador de arquivos do host
- Firewall, processos, rede e Windows Update como sub-abas da mesma tela
- Ver a máquina e entrar nela são permissões separadas — de propósito

WhatsApp por setor, não por pessoa
Instâncias de WhatsApp organizadas por grupo, com contatos, conversa e agenda. O número pertence ao setor, não ao aparelho de quem atende — quando alguém sai, a conversa continua.
- Estado de cada instância em uma tela: conectada, conectando, offline
- Contatos e agenda por grupo, com escopo de quem pode ver o quê
- Auditoria de mensagens para quem responde por conformidade

A triagem é um fluxo, não um código
O assistente que abre chamado por WhatsApp é um fluxo de blocos e decisões, editável na própria interface. Mudar a triagem — acrescentar uma pergunta, redirecionar um caminho — não precisa de deploy, e é por isso que a triagem acompanha a operação em vez de ficar velha.
- Subfluxos por assunto, versionados, com rascunho e publicação
- Teste do fluxo antes de publicar, e histórico de sessões recentes
- Vínculo com os formulários do catálogo de serviços

A conversa que vira chamado
A pessoa manda mensagem para o número do setor, e o Scala conduz a conversa: pergunta o que ela precisa, classifica e registra o chamado — devolvendo o protocolo ali mesmo. A equipe recebe o chamado já triado, com a origem marcada, e quem pediu acompanha pelo canal que já usava, sem aprender tela nova.
- Fluxo de chatbot em blocos e decisões, editável na interface — mudar a triagem não exige deploy
- O número pertence ao setor, não ao aparelho de quem atende: quando alguém sai, a conversa continua
- Integra com motores externos de conversa quando a instância os oferece
Uma ressalva, porque promessa de assistente é fácil de exagerar: hoje o Scala conduz a abertura do chamado. Responder sobre a operação está no roadmap, não no produto.

Quem pede ajuda não precisa aprender o sistema
O colaborador que precisa de ajuda entra em uma tela só dele: descreve o que precisa, conversa com o Scala para abrir, ou acompanha o que já pediu. Ele não vê a fila de ninguém — e não precisa de permissão para pedir ajuda, porque helpdesk em que o usuário depende de permissão para abrir chamado não é helpdesk. O portal é liberado por padrão a todo colaborador autenticado.
- Busca por serviço, com os pedidos mais frequentes a um toque
- Abertura pelo Scala: o assistente pergunta, classifica e registra no setor certo
- Acompanhar e responder os próprios chamados, sem passar pelo atendimento

A mesma instalação, no bolso
O aplicativo Android é um cliente da sua instalação: a tela continua vindo do seu OpenScale, então o que entra no produto aparece no aparelho sem republicar aplicativo nenhum. Na primeira abertura ele pergunta o endereço do servidor — não traz nenhum embutido, porque o produto é multi-cliente.
- Baixar anexo e evidência com a sessão, que o navegador do celular não faz
- Salvar exportação de CSV, XLSX ou JSON na pasta de downloads
- Anexar foto pela câmera, direto no chamado
- Sem notificação push — é decisão, não pendência: exigiria intermediário de terceiro


O que a organização tem, e de quem é
Inventário de itens e computadores com vínculo, etiqueta e localização — e, junto, os cadastros que o sustentam: pessoas, fornecedores e catálogo. O que sai dali serve tanto para o técnico que precisa achar a máquina quanto para quem cobra prestação de contas.
- Empréstimos com termo de aceite registrado por link próprio
- Importação em massa, para entrar com o inventário que você já tem
- Relatórios por categoria, responsável e localização
Confiança se audita, não se presume
Capturas de tela, trabalhos de impressão e mensagens ficam registrados com pré-visualização e escopo por grupo. As três telas são exclusivas de super administrador, mesmo que a permissão seja concedida a outra pessoa: auditoria acessível a quem administra apenas um setor deixa de ser auditoria.
- Prints, impressões e mensagens no mesmo lugar
- Pré-visualização sem sair da lista
- Retenção configurável — o que guardar, e por quanto tempo, é decisão sua
Guardar, servir e conseguir restaurar
O File Server serve compartilhamentos a partir do armazenamento de objetos, com negação por padrão e concessão por grupo ou pessoa — mais indexação de conteúdo de PDF, pré-visualização de documentos e links públicos validados por token, sem sessão e sem expor o resto do compartilhamento.
- Rotinas de backup com destino, agenda, execução e restauração
- Destinos em armazenamento compatível com S3 e em SMB
- Segredos cifrados em repouso, quando a chave de cifra está configurada
Do zero ao primeiro chamado
Seção intitulada “Do zero ao primeiro chamado”Prepare três coisas
Uma máquina com Docker, um PostgreSQL e um armazenamento compatível com S3. Mais nada é obrigatório.
Suba o contêiner
Um .env e um docker-compose.yml. O esquema do banco é criado e migrado
na primeira subida.
Crie o primeiro acesso
Pelo seu diretório LDAP, se houver — o primeiro login já vira administrador. Sem diretório, um comando resolve.
Configure e comece
Fuso, grupos, permissões e retenção. Depois categorias e SLA, e a fila está de pé.
Comece pelo que você precisa decidir
Seção intitulada “Comece pelo que você precisa decidir”A documentação foi escrita na ordem em que as perguntas aparecem: o que o produto faz, o que ele exige de máquina, como se instala, e como se opera depois.

