O que é o OpenScale
O OpenScale é uma plataforma de operação de TI. Em uma instalação, ele cobre o ciclo que hoje costuma exigir três ou quatro sistemas que não conversam: o chamado que chega, o ativo a que ele se refere, a máquina em que o problema acontece, e o registro do que foi feito.
Ele nasceu como ferramenta interna de uma operação de telecomunicações e virou produto porque o problema não era específico dela. Isso importa por um motivo prático: cada função existe porque alguém precisou dela em turno de trabalho, não porque estava na lista de recursos de um concorrente.
Para quem é
Seção intitulada “Para quem é”Para a equipe que opera — não para quem só relata sobre a operação.
- Equipe de suporte e service desk que precisa de fila com SLA, catálogo de serviços e histórico de atendimento sem montar planilha paralela.
- Infraestrutura e TI interna que administra parque de máquinas Windows e precisa ver, atualizar, instalar software e acessar remotamente sem trocar de ferramenta.
- Quem responde por conformidade e precisa demonstrar quem acessou o quê, com registro que sobrevive a auditoria.
- Operações com mais de uma unidade ou setor, em que a fila de um não pode ser vista pelo outro — e isso precisa ser garantido pelo servidor, não pela boa vontade da interface.
O problema que resolve
Seção intitulada “O problema que resolve”Uma operação de TI típica acumula: um sistema de chamados que não sabe nada do inventário; uma planilha de ativos que ninguém atualiza; uma ferramenta de acesso remoto sem registro de quem entrou onde; e um processo de auditoria que existe porque alguém exporta relatórios à mão no fim do mês.
O custo disso não é a licença. É que nenhuma pergunta atravessa os sistemas: “quantos chamados desta filial são da mesma máquina?” não tem resposta, porque o chamado e a máquina vivem em bancos diferentes.
No OpenScale, chamado, ativo, endpoint, pessoa e registro de auditoria estão no mesmo banco, com o mesmo modelo de permissão. A pergunta atravessa.
Como ele se instala
Seção intitulada “Como ele se instala”Três peças, e só a primeira é do OpenScale:
| Peça | O que faz | Obrigatória |
|---|---|---|
| Contêiner da aplicação | Serve a interface e a API. Não tem volume — nenhum estado dentro dele. | Sim |
| PostgreSQL | Todos os dados. | Sim |
| Armazenamento compatível com S3 | Anexos, evidências de auditoria, arquivos e destinos de backup. | Sim |
| Proxy reverso | TLS, nome de domínio e o tempo de leitura longo que o produto exige. | Recomendado |
| Evolution API | Somente se você for usar mensageria de WhatsApp. | Não |
O contêiner sem estado é uma consequência de projeto, não um detalhe: subir uma segunda cópia da aplicação apontando para o mesmo banco é a forma de escalar, e recriar o contêiner nunca perde dado.
O que já está pronto — e o que não está
Seção intitulada “O que já está pronto — e o que não está”Um site que promete o que o produto não faz gera avaliação frustrada e suporte caro. O estado abaixo é o real.
Pronto e em uso
Seção intitulada “Pronto e em uso”- Service Desk: fila, quadro, tabela, registros, visão geral, ranqueamento e indicadores
- Formulários de catálogo de serviços, SLA com expediente e feriados, pesquisa de satisfação
- Portal do requerente: abrir, acompanhar e responder os próprios chamados
- Controle de acesso multissetorial, com administração da plataforma restrita a super administrador
- Ativos: inventário, itens, pessoas, catálogo, fornecedores, empréstimos, termos de aceite, relatórios
- Manutenção de endpoints em Windows: telemetria, processos, rede, atualizações, firewall, software, acesso remoto e terminal
- Auditoria de capturas, impressões e mensagens
- File Server com concessão por grupo e links públicos por token
- Backups com destino, agenda e restauração
- Mensageria de WhatsApp e fluxos de chatbot editáveis sem novo deploy
- API HTTP com 510 operações em OpenAPI 3.1
Em construção
Seção intitulada “Em construção”- Scala — o assistente de abertura de chamado. Hoje é um fluxo de chatbot; a evolução para assistente virtual está no roadmap, não no produto.
- Migração assistida do GLPI — o caminho existe e foi percorrido, mas como runbook operado por quem instala, não como botão na interface.
- Virtualização de listas — acima de ~200 linhas visíveis, a interface pesa.
O que não existe (e não está planejado)
Seção intitulada “O que não existe (e não está planejado)”- Notificação nativa no aplicativo móvel. Decisão tomada: o aplicativo Android é um cliente da interface web, e notificação nativa exigiria um caminho de push que não se sustenta em instalação própria. Não haverá.
- Aplicativo para iOS. Não há compilação.
- Agente para Linux ou macOS. O agente de endpoint é Windows.
Por onde seguir
Seção intitulada “Por onde seguir”- Módulos e serviços — o que cada área entrega
- Mapa de rotas — todas as rotas e a permissão de cada uma, extraídas do código
- Requisitos — o que preparar antes de instalar
