Aplicativo Android
O aplicativo Android é um cliente da interface web da sua instalação. A tela continua sendo servida pelo seu OpenScale, o que significa que tudo que entra no produto aparece no aparelho sem republicar o aplicativo.
O aplicativo em uso
Seção intitulada “O aplicativo em uso”A interface é a mesma do navegador, adaptada ao retrato: menu lateral que abre por cima, barra inferior com os destinos mais usados e cartões no lugar das tabelas largas.





Por que existe, se já há navegador
Seção intitulada “Por que existe, se já há navegador”Três coisas que o navegador do celular não entrega, e que exigem código nativo:
| Recurso | Por que precisa do aplicativo |
|---|---|
| Baixar anexo ou evidência | O navegador embutido ignora o atributo de download e não tem gerenciador. O pedido vai ao gerenciador de downloads do sistema com o cookie da sessão — sem isso, o servidor devolveria a tela de login. |
| Salvar exportação (CSV, XLSX, JSON) | A exportação é gerada na própria página e existe só dentro dela. Uma ponte nativa recebe o conteúdo e grava na pasta de downloads. |
| Anexar foto | O campo de arquivo abre a câmera do sistema. |
Além disso: ícone próprio na tela inicial e sessão que não se perde ao alternar entre aplicativos.
Requisitos
Seção intitulada “Requisitos”Android 5.1 (API 22) ou superior. Cerca de 4 MB instalado.
Primeira abertura
Seção intitulada “Primeira abertura”O aplicativo pergunta o endereço do servidor. Ele não traz endereço embutido, e isso é deliberado: o OpenScale é multi-cliente, e um endereço fixo tornaria o instalador inútil para qualquer instalação que não aquela em que foi compilado.
- Aceita
https://ehttp://. Sem esquema, tenta HTTPS e depois HTTP — servidor interno costuma responder só em HTTP. - O endereço é validado contra o endpoint de saúde antes de navegar: endereço errado é dito na hora, com o motivo, em vez de virar tela branca.
- Os últimos servidores usados ficam na tela, a um toque.
- Para trocar de servidor: o botão “voltar” do Android na primeira tela do OpenScale.
Distribuição em frota
Seção intitulada “Distribuição em frota”Duas formas, e a segunda evita digitação em cada aparelho:
Aplicativo apontado na compilação. A esteira aceita o endereço do servidor como parâmetro, e o instalador sai já apontado. Na primeira abertura ele conecta sozinho — e ainda assim oferece informar outro servidor, porque instalador que se conecta sozinho e não deixa sair vira armadilha quando o endereço embutido está errado.
Servir o arquivo na rede interna. Baixar de repositório privado exige estar autenticado no celular —
atrito justamente no momento de instalar em vários aparelhos. Sirva o instalador em um endereço da rede
local com o tipo MIME correto (application/vnd.android.package-archive); sem ele, alguns navegadores
baixam o arquivo sem oferecer a instalação. Um código QR para esse endereço resolve o rollout aparelho por
aparelho.
O que o aplicativo não faz
Seção intitulada “O que o aplicativo não faz”
Não há aplicativo para iOS. Não existe compilação.
